Destaques

O interesse pelo mundo natural, por parte de muitas mulheres ao longo da história, foi negligenciado e esquecido. Esta exposição, pintada durante a pandemia, mostra catorze mulheres inspiradoras e influentes cujas descobertas trouxeram conhecimentos incríveis sobre a flora, a fauna e a biodiversidade.
Trata-se de uma fascinante viagem sobre o percurso destas mulheres que nos permite conhecer os feitos extraordinários e frequentemente esquecidos de mulheres que desbravaram fronteiras na ciência natural. Visionárias e muitas vezes eclipsadas pela narrativa histórica dominante, dedicaram suas vidas à exploração e compreensão do mundo natural numa época em que só aos homens era reconhecida a habilidade, sentido e credibilidade para o fazer.
Dessa forma desafiaram convenções e correram riscos para trazerem ao mundo o conhecimento de espécies nunca antes descritas.
Muitas eram ilustradoras, pois era a única forma de registar o que viam. Exploradoras curiosas pelo mundo natural, mulheres diferentes, algumas absolutamente incompreendidas pelo seu sentido visionário.
De Maria Sibylla Merian, que desafiou as convenções do século XVII para explorar as selvas da América do Sul, a Jeanne Baret, a primeira mulher a circum-navegar o globo disfarçada de homem no século XVIII, cada das 14 mulheres naturalistas representadas deixou a sua marca única na história da ciência através das suas observações meticulosas, ilustrações exuberantes e coragem notável abrindo caminhos para o entendimento mais profundo da biodiversidade e da interconexão entre os seres vivos.
Espíritos livres e muito à frente do seu tempo.
Com aguarelas de Luísa Nunes, esta exposição organizada pelo Centro Ciência Viva da Floresta, chega a Castelo Branco e à Instituição onde Luisa Nunes é docente, integrada nas atividades de Celebração do 40º Aniversário do Inicio das Atividades Letivas da Escola Superior Agrária de Castelo Branco sendo simbolicamente inaugurada no dia 8 de março data que sinaliza o dia da mulher.


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